sexta-feira, 2 de maio de 2014

Retirada do ilizarov


No dia 20/01/14 viajei para Teresina, e no dia seguinte bati o raio x e levei ao  DR Ricardo, ele olhou e disse que já estava no tempo de tirar o aparelho. E pediu para minha mãe comprar uma bota robofoot, pois eu iria sair do centro cirúrgico usando a bota. Como a cirurgia ficou marcada para dia 22/01/14 à tarde, minha mãe comprou a bota pela manhã e depois fomos para o hospital, pois eu teria que dar entrada  as 12:00 horas. Fui para o centro cirúrgico às 16:00 horas e enquanto o médico não chegava, fiquei conversando com um rapaz que trabalha no hospital. Ele me contou um caso do amigo dele, que sofreu um acidente  usou o ilizarov e quando tirou o aparelho ficou usando a bota robofoot, só que o ele não usava a bota quando ia dormir, e um dia ele sonhou com uma cobra e acordou assustado, levantou da cama de uma vez e quebrou a perna novamente. Eu fiquei  um pouco assustada com essa historia. Logo o DR Ricardo chegou, e o anestesista me sedou para não sentir dor. A cirurgia demorou 20 minutos, foi coisa rápida. Quando fui para o quarto vi que eu estava usando uma tala de gesso e não a bota como o DR falou. Ele explicou que colocou a tala de gesso, porque como eu iria viajar no dia seguinte para Imperatriz e o joelho ainda estava inchado seria melhor imobilizar o joelho também, pois a bota não imobilizaria.
Então retornei para Imperatriz e todos os dias fazia os curativos e quando cicatrizou o local dos pinos, coloquei a bota, como o DR pediu. Mais a bota  que comprei era “P” e terminava em cima do local da fratura, então mandei foto para o DR Ricardo e ele disse que teria que usar uma bota maior. Como eu já tinha comprada uma bota e não poderia trocar, porque tinha comprado em Teresina. Lembrei que meu primo Luís Felipe tinha usado uma bota robofoot, e que a bota dele era tamanho “M”. Então pedi emprestado para ele.
Só que a bota era muito grande, bem maior que meu pé, e mais pesada. Não achei confiável para andar, porque ainda não podia colocar o pé no chão, e ao andar tentava levantar a bota ao máximo, mais mesmo assim não conseguia e acabava triscando a bota no chão e doía a perna. Então achei melhor usar a tala de gesso mesmo, apesar de terem feito o gesso no formato do meu pé torto. Poderiam ter deixado meu pé reto ne! Mais tudo bem! O DR Ricardo disse que eu teria que ficar de repouso uns 45 dias. Eu achei normal, pois já estava aquele tempo todo com o aparelho e 45 dias não seria nada. Mais não foi bem assim, rsrsrsrs. Como já estava acostumada a andar com o aparelho, achei os dias mais demorados, rsrsrsrsrs.
ao sair do centro cirúrgico com a tala de gesso

bota robofoot tamanho M


Depois contínuo.... fui!!!
Boa noite!


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